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O que é um Business Angel?

Um Business Angel não é um anjo, mas pode salvar uma boa ideia de negócio. Para quem a tem e precisa de capital, estes investidores podem ser uma solução. Um Business Angel é um investidor que realiza investimentos em oportunidades nascentes (tipo star-up ouearly stage). Participa em projetos com smart money, isto é, para além de aportar capacidade financeira, também contribui com a sua experiência e network de negócios.

Os Business Angels gostam de exercer a sua capacidade dementoring dos projetos, e buscam não só um elevado retorno nos projetos em que investem mas também novos desafios de preferência no seu país ou região.

A maioria das pequenas e médias empresas debate-se com um problema recorrente: financiamento. Muitas recorrem a capital próprio ou de amigos e familiares ou vêem-se obrigadas a contrair empréstimos bancários. As sociedades de capital de risco, por seu lado, só têm interesse em empresas que já tenham alguma maturidade. Haverá uma terceira via? Sim, e muitos apontam osbusiness angels (que, traduzido à letra, significa “anjos do negócio”) como a forma de financiamento ideal para start-ups.

Esta designação define os indivíduos que dispõem de fundos próprios para investir e que normalmente têm experiência significativa na criação de novos negócios, reconhecendo novas ideias com potencial.

Destina-se a projetos inovadores e diferenciadores, que apresentem significativo potencial de crescimento no mercado global.

1. Linha de Co-Investimento de Business Angels e IFD

Os ‘business angels’ que queiram candidatar-se a esta linha de financiamento têm 45 dias para o fazer. A seleção das candidaturas será feita em 30 dias e os contratos assinados em 60, ou seja, será constituída uma entidade veículo que, necessariamente, tem de reunir três ou mais ‘business angels’.

Cada uma destas entidades poderá obter um financiamento máximo de 1,4 milhões de euros, com 70% de comparticipação do fundo de capital da IFD, para criar empresas e apoiá-las na fase de arranque.

Já para reforço de capital para que as empresas desenvolvam novos produtos e serviços e para projetos inovadores ao nível de produtos, organização e marketing, cada entidade veículo terá um máximo de 700 mil euros, com o mesmo nível de comparticipação.
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2. Clube de Cascais – Business Angels de Cascais

A DNA Cascais apoia e incentiva a participação de Business Angels em projetos empreendedores.

Neste âmbito, a DNA Cascais tem um protocolo de colaboração com o Clube de Business Angels de Cascais, membro da Federação Nacional de Business Angels (FNABA) e da European Business Angels Network (EBAN).

Como investidor, poderá fazer parte do Clube Business Angels de Cascais. Para tal, deverá considerar o seguinte procedimento:
– Preenchimento da ficha de candidatura;
– Envio do CV Profissional + CV Investidor (versão em inglês e português);
– Conhecimento do Código Deontológico do Business Angel.

Para mais informações contacte a DNA Cascais.

3. FNABA – Federação Nacional das Associações de Business Angels

A atividade dos Business Angels tem vindo a ganhar relevância nos últimos anos.

Esta relevância tem sido alcançada graças à consciencialização geral de que a figura dos Business Angels se assume como um interveniente indispensável em todo o processo de financiamento de novas iniciativas empresariais e, em particular, dado o crescente interesse por parte das entidades governamentais em fomentá-lo no mercado.

A FNABA tem como missão representar os interesses das várias Associações de Business Angels existentes em Portugal.

Pretende, assim, ser uma entidade conciliadora e que contribua para o fortalecimento e incentivo da atividade de Business Angel em Portugal, à semelhança do que vários outros países europeus têm desenvolvido em prol desta atividade.
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4. EBAN – European Business Angels Network

A EBAN foi criada em 1999 com o apoio da Comissão Europeia e tem como missão representar os Business Angels e respetivas associações nos mercados e políticas europeias, identificar e partilhar boas práticas, bem como promover o seu papel no apoio ao empreendedorismo.

Ao tornar-se presidente da EBAN, o administrador da DNA Cascais, Paulo Andrez, poderá divulgar os empreendedores e negócios de Cascais entre Business Angels de outros países, abrindo portas para o estabelecimento de parcerias.
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A DNA Cascais apoia o empreendedor na elaboração do plano de negócios para apresentação a potenciais investidores.